Mostrar mensagens com a etiqueta algarvio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta algarvio. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

Pergunta frequente


Temos sido frequentemente abordados, directamente ou via mail, com a seguintes questões: " Quando estão disponíveis as primeira ninhadas?" ou "Como posso adquirir um Cão do Barrocal Algarvio?"
Compreendemos as questões e agradecemos muito o interesse que os nossos amigos têm no nosso Cão e no trabalho que desenvolvemos; no entanto, não queimaremos etapas com o objectivo de acelerar o processo, É fundamental dar passos muito seguros!
O poeta espanhol António machado escreveu "O caminho faz-se caminhando"; nós, Associação de Criadores do Cão do barrocal Algarvio, seguimos o rumo que previamente traçámos e que, acreditamos, nos levará ao reconhecimento do nosso Cão.
Pontualmente, temos oferecido cães aos amigos. A estes - e aos cães - tentamos não lhes perder a pista. É importante que assim seja, sobretudo, para evitar os erros do passado que, lembre-se, quase levaram à extinção do Cão do barrocal Algarvio.
Este trabalho de casa é fundamental, como será a investigação genética.
Mais tarde falaremos!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O Ronaldo e os irmãos pequenos







Este artista bem disposto, da foto acima, é o Ronaldo. Aparece em 2 fases da sua vida:
- na penúltima foto, cachorro, com um ar muito feliz, quase sorridente;
- Na Última foto, mais compenetrado e adulto;
Os pequeninos, das duas fotos anteriores, são seus irmãos, por parte de pai e mãe.
Como se pode verificar, o Cão do Barrocal Algarvio surge com várias cores; por exemplo, os pais do ronaldo são ambos amarelos.
A ACCBA pretende seguir esta política de não limitação (e exclusão) de cores.

Como são lindos e fofinhos





quarta-feira, 13 de maio de 2009

Uma medida importante

Aos poucos a Associação de Criadores do cão do Barrocal Algarvio - ACCBA - foi ganhando forma.
Surgiram muitas ideias, alguma controvérsia e apareceram as primeiras dúvidas: que plano de acção traçaríamos?
Nas nossas reuniões essas dúvidas acentuaram-se.. Houve quem falasse em 200 exemplares para início de qualquer processo de reconhecimento. E ficávamos à espera de ter esses exemplares todos? Com a procura de novos sangues, a coisa poderia demorar alguns anos.. E não seria tarde?
Alguém disse que era urgente avançar, porque sabe-se lá se alguem, vindo de outro sítio do planeta, não se apoderava de algo que é património do Algarve...
Por fim, surgiu o consenso!
Umas das medidas de gestão que requeriam mais celeridade tinha a ver com o segurar o nome do Cão. Decidimos que a criação de um site na internet seria a medida imediata.
Eduardo Gonçalves, um ex-aluno da Escola Secundária João de Deus, em Faro, onde trabalho há mais de 20 anos, elaborou-nos a Página - http://caobarrocal.no.sapo.pt/.
Tudo foi mais ou menos gratuito, o trabalho, o alojamento e o domínio. Contudo, cumpriu a sua função conforme tínhamos planeado; tanto assim que ninguém se atreverá a dizer que falou deste cão antes de nós!!!

Ecos de Lisboa

Desde 2004 que o Cão do Barrocal Algarvio se faz repreA Feira de Caça e Pesca e do Mundo Rural do Algarve, organizada pela Federação de Caçadores do Algarve, é um importante evento anual da região. sentar com um número significativo de exemplares – Por ex. na edição de 2008 com cerca de 100.

Desde essa data, 2004, que os Drs. Jorge Rodrigues e José Ribeiro, presentes nas sucessivas edições da Feira de Caça fazem observações e identificação, bem como estudos morfométricos em alguns exemplares. O Dr. Jorge Rodrigues encetou a partir dessa data um trabalho fotográfico muito importante para o Cão do Barrocal Algarvio. Em 2008, ambos procederam à recolha de pêlo dos cerca de 100 exemplares presentes na Feira para futura investigação genética, identificando, em simultâneo, graus de parentesco.
Relatório e Contas de 2005 do CPC é referido o seguinte:

"Na Feira de Caça e Pesca do Algarve (7/05) procedeu-se à observação e registo fotográfico de mais de três
dezenas de exemplares do chamado Cão do Barrocal Algarvio concentrados em mostra organizada por caçadores locais,
na maioria exemplares novos em relação aos observados no ano de 2004
."

Obrigado a quem colocou no Youtube

O cão do Barrocal na TVI em 2005

As primeiras aparições públicas

Feira de caça e Pesca do Algarve

As primeiras reacções

Inicialmente a nossa pretensão motivou reacções muito diversas.
Para uns era um devaneio e uma Invençao; para outros, uma brincadeira de chicos espertos;
para alguns, uma enorme minoria, recebemos palavras de incentivo e, entre eles não existiam muitos caçadores, para surpresa minha, do Zé Afonso, do Carlos..
É curioso que, a partir desse espanto inicial, vários caçadores, de variados pontos
do Algarve, afirmavam: "essa raça começou com um cão que o meu pai tinha lá.."
Como os pais estavam espalhados ao longo do Algarve, é natural que
os cães tambémo o estivessem..! E estavam, como ficou confirmado pela procura
que o zé Afonso e o Carlos fizeram; Encontraram exemplares desde Silves a Tavira.
A nossa tese confirmava-se. Este cão tinha de facto uma identidade e uma área geográfica
de onde provinha, a comprida faixa que atravessa longitudinalmente o Algarve, a
que os geógrafos convencionaram chamar de Barrocal.
A primeira etapa estava ultrapassada, muito havia a fazer..!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Expocaça

www.regiao-sul.pt

Zé Afonso


Este homem que veêm na foto, a prender uma cadela do Barrocal algarvio na Expocaça 2009, é o meu amigo Zé Afonso. A ele se deve a chamada de atenção e a insistência para a recuperação de um cão que, não fora o seu empenho, em alguns anos estaria extinto.
Lembro-me - e muitos caçadores também- que na sua matilha de Caça Maior pontificavam excelentes exemplares, como o Cavalinho, o gavião, o Carrasco; nesse tempo, e falo de há 7 /10 anos atrás, o Cão abandeirado, felpudo, Lanudo, ou guedelhudo era simplesmente um cão diferente que aparecia nas matilhas e na caça aos coelhos.
Por essa época, começou a germinar a ideia de constituir uma Associação que poderia ser - e foi -o ponto de partida para a recuperação deste cão típico..
O baptismo do cão, da nossa responsabilidade, teve em conta a sua área de origem, a faixa comprimida entre o Litoral e a Serra, a que se convencionou chamar de Barrocal; trata-se de um terreno dificil, com muitos carrascos e tojos, o que não constitui obstáculo para o nosso cão.
Nesses momentos iniciais, muito calcorreou o amigo Afonso - e o Carlos Cordeiro, outro amigo destas lides - à procura de novos exemplares; com sucesso, diga-se!
A semente estava lançada e, neste momento, o processo parece-nos imparável, é essa a nossa convicção! E, neste contexto, o nosso amigo Zé Afonso, foi a figura primordial!
Acrescente-se que actualmente - e só à sua conta - terá mais de 80 exemplares do Cão do Barrocal Algarvio..


Galeria